Você está sem tempo para cozinhar?


Quiche Lorraine 01

Deixe a sua cozinha comigo!

Quando você chegar em casa terá sempre uma comida gostosa e saudável esperando por sua família!

Vou na sua casa e preparo pratos congelados variados.

Sugestões:

  • Carne Assada com molho roti
  • Escalope ao molho madeira
  • Peito de frango ao curry
  • Chumbinho
  • Enrroladinho Grego
  • Lombo com laranja
  • Salmão grelhado
  • kibe de Bandeja
  • Moussaka
  • Ratatouille
  • Beringela Recheada
  • Pimentão Recheado
  • Tortas e Quiches
  • Lasanha e rondeli
  • 5barbeque-pork-on-rice

Mude os hábitos na cozinha!

Publicado originalmente em Ecogastronomia:

Ações simples usadas na cozinha podem fazer diferença.

  • Separe o lixo reciclável do orgânico. 
  • Antes de lavar os pratos deixe a louça de molho na pia, mergulhados em água e detergente.
  • Para tirar a gordura de um recipiente sujo, use a borra do café. Passe a borra, deixe agir por alguns minutos e depois lave com água.
  • Reutilize a água de cozimento de vegetais para fazer sopas, novos cozimentos ou para regar plantas e jardins. Esta água é muito rica em nutrientes.
  • Procure o selo de eficiência energética do Procel ao comprar aparelhos novos ou trocar os velhos. 
  • Deixe os grãos de molho algumas horas antes de cozinhar. O alimento utilizará menos gás e tempo para ser preparado. Não se esqueça de tampar a panela enquanto cozinha, e de preferência use uma panela de pressão.
  • A geladeira é o segundo eletrodoméstico que mais consome energia elétrica na casa. Evite abrir…

Ver original 57 mais palavras

As Frutas Nativas Brasileiras

As frutas mais populares nas mesas dos brasileiros não são as nativas. Elas foram introduzidas nas primeiras 4 décadas após Cabral aportar na Bahia. Algumas originariamente da Europa – como a laranja, maça, pêra e uva – outras são nativas da Ásia (coco, banana nanica e manga), Américas Central e do Norte e Caribe.

O cajú,  maracujá, banana da terra, abacaxi, goiaba, açaí, araçá, guaraná, jabuticaba, pitomba, jenipapo, cupuaçu, bacuri, murici,

Siriguela

juá, pequi, pitanga, mangaba, cabacinha-do-campo, cambuci e seriguela são algumas das frutas originárias de nossas terras.

A variedade é surpreendente!  São 325 espécies encontradas em diversos ecossistemas.

Pitomba

Helton Josué Teodoro Muniz  é um autodidata apaixonado por frutas, tanto que criou a Colecionando Frutas, um site com rica base de dados sobre frutas do mundo todo.

Vale a pena conhecer!

http://www.colecionandofrutas.org/

Reaproveitando Alimentos

O Brasil  é um dos 10 países no mundo que mais desperdiçam alimentos. Levantamentos mostram que aproximadamente 4 milhões de toneladas de folhas e talos aproveitáveis na alimentação são jogados fora todos os anos.

É importante saber que folhas de beterraba, de cenoura, talos de brócolis e couve-flor, entre outros, são deliciosos e muito nutritivos.  Ingredientes que você acha que não servem para nada (e vão para o lixo) podem ser usados em receitas muito saborosas.

Um dos principais conceitos da sustentabilidade é o REÚSO.

Quem não conhece o Minestrone, tradicional sopa italiana que se originou de sobras? Sobras viram sopas, frutas maduras se transformam em geleias e cascas em compotas.

O feijão do almoço pode ser o virado à paulista do jantar; o arroz vira bolinho, com um pouquinho de coentro….que delícia.

A carne que sobrou do churrasco vai para a panela de pressão até o ponto de desfiar, assim pode ser usada no arroz carreteiro, ou servida fria com um molho campanha. O destino vai depender da quantidade.

Sobrou frango? Assado, cozinho ou frito, não importa. Vai virar uma galinhada.

As cascas do maracujá são meu ingrediente favorito. Com ela preparo geléias de morango, amora, manga, tomate e gengibre. Rico em pectina, ele vai dar a consistência em geléias de frutas que não possuem essa fibra solúvel.

Folhas de beterraba refogadas, casca de laranja cristalizada, purê de casca de abóbora, chá de casca de abacaxi; receita é o que não falta. Basta analisar e encontrar com criatividade a melhor forma de reúso.

Jogar comida no lixo é um ato inominável. Em um mundo onde a fome extrema mata, temos que mudar valores e atitudes para que o desperdício acabe.

Bacalhau dessalgado congelado e Bacalhau Salgado Seco

Nos últimos anos tenho consumido somente os lombos de bacalhau já dessalgados e ultracongelados. A qualidade é excelente além da praticidadade. Contudo e não conseguia sentir todo aquele sabor marcante, sublime e inconfundível do bacalhau feito nas Páscoas da minha infância.

Resolvi então, fazer uma degustação comparando os dois produtos.
Dentre os produtos congelados deve-se sempre ler a embalagem e certificar se é o bacalhau legítimo (Cod Gadus Mohua).

Bacalhau Seco, Salgado - Fornecedor: Empório Chiapetta

Bacalhau Seco, Salgado – Fornecedor: Empório Chiapetta

Escolhi a caixa de 800g com 2 lombos marca Dias.

O Bacalhau seco/salgado Porto Imperial (grosso) foi adquirido no Empório Chiappetta, um lombo com 570g.

O dessalgue foi feito em 48 hs antes da preparação, com 10 trocas de água.

Os dois produtos tiveram a mesma preparação:

Ao forno, coberto com rodelas finas de cebola e regado com azeite extra virgem. Guarnição de batatas e pimentões assados.

Visualmente não havia diferença significativa os olhos leigos. Mas é visível a diferença de textura marcando as camadas da carne.

ABacalhau Dias Dessalgado Congelado textura é muito distinta. O bacalhau seco/salgado alem de partir em lascas mais definidas tem a textura mais firme, mais fibrosa, enquanto o bacalhau dessalgado/congelado é mais macio e úmido.

Quanto ao sabor é indiscutível a diferença.

O bacalhau seco/salgado tem o sabor mais intenso que o dessalgado/congelado, que em minha opinião poderia tem o sal um pouco mais presente.

Nota 10 para o bacalhau Porto Imperial do Empório Chiappeta!!

bacalhau 010

O que é , o que é?

Imagem

 

Vamos testar nossos leitores para saber se eles reconhecem esta tradicional receita, feita com beringela, abobrinha, tomates, sal, pimenta do reino e azeite de oliva. Esta foi temperada também com flores e folhas de manjericão. Aguardo as respostas!!!

QUEM SABE O QUE É MARRON GLACÊ?

Acredito que nos dias de hoje poucos devem saber. Mesmo encontrando em todos os mercados as latas, pacotes embalados em papel celofane com aquele doce de corte, porém cremoso, e em todas as embalagens escrito Marron Glacê.
MARRON GLACE
Marron em francês quer dizer castanha, exatamente aquela castanha “portuguesa” que fazemos cozidas ou assadas no Natal.

A receita original surgiu em Turin. Reza a lenda que o doce surgiu por acaso. Um cozinheiro distraído, que trabalhava para o duque Carlo Emanuele I di Savoia (1562-1630), cozinhou na calda, em vez de água, as castanhas destinadas ao recheio de um javali.

Turim comprava açúcar de Veneza, e acabou sendo levado à França. Ao ser incorporado pelos confeiteiros da corte de Luís XIV (1651-1715la), o marrom glacê adotou a cidadania francesa. Posteriormente, a receita foi aperfeiçoada na Ardèche, região do sudeste do país, com fama de produzir as melhores castanhas. A França difundiu o doce no mundo.

A maneira de preparo aqui apresentada é original de família e pode ser diferente das variações feitas nos dias de hoje.


A técnica usada inicia-se com a seleção rigorosa das castanhas.Só as maiores, perfeitas e macias. Depois de descascadas são envolvidas em tule, uma a uma, e cozidas na champagne semi-dec ou doux. Depois, elimina-se as que não resistiram ao calor e quebraram. O passo seguinte consiste em colocar as castanhas numa grelha, onde recebem um banho de calda de açúcar. Levar ao forno por 5 minutos.

Muitas vezes é finalizado nessa fase. Na minha receita após esfriar completamente os marrons recebem uma chuva de açúcar de confeiteiro.
 Os marrons glacês são acondicionados individualmente em papel alumínio ou papel de seda e colocados em embalagem de papelão ou vidro.
Uma variação do doce é apresentá-lo macerado em calda de champagne, licor, rum ou cerveja. Existe também o creme de marrons (geléia com açúcar), o purê de castanhas (o mesmo produto, sem açúcar) e a conserva de castanhas em pedaços. Além da França, que enobrece o doce em elaborações como a esplêndida dinde aux marrons (perua com castanhas), obrigatória na ceia de Natal, Itália e Espanha se destacam na sua produção.
E por favor, não confundam o marrom glacê e o doce homônimo brasileiro, à base de batata-doce, xarope de glicose, espessante e acidulante. Pode até ser bom e ter qualidade.
Mas não é marrom glacê nem aqui nem na China.
Fonte www.clementfaugier.fr

Como surgiu o restaurante?

Como surgiu o restaurante?

Antes de existirem restaurantes, o único local (excetuando-se as pousadas e tavernas) onde se podia adquirir comida pronta para consumo fora de casa era a cozinha de rua. Ela existe desde a mais remota antiguidade e persiste até os dias de hoje.
O termo restaurante (do francês restaurant) surgiu no século XVI, com o significado de “comida restauradora”, e se referia especificamente a uma sopa.
“Vinde a mim, homens de estômago cansado, e eu vos restaurarei!”
Era o ano de 1765 quando M. Boulanger colocou este cartaz surgiu na rue de Pouiles – em Paris – para anunciar que serviam naquele estabelecimento pratos de comida e bom vinho. Desconhece-se o nome daquele primeiro local, mas é dele que herdamos a denominação “restaurante”.
M. Boulanger
Alguns anos depois – em 1782  em Paris-  Antoine Beauvilliers abria as portas de A Grande Taberna de Londres, um estabelecimento que colocava à disposição dos clientes, pela primeira vez na história da gastronomia o conceito de restaurante. O estabelecimento ficava na rue du Richelieu e permaneceu 20 anos sem rival.

Bacalhau: Mitos e Verdades

Nos últimos 2 anos fui surpreendida por um novo conceito/tese/definição em artigos/comentários/pitacos feitos em radios, blog, tv etc.

Bacalhau não é peixe! É o processo de salgar um peixe para conserva-lo.

Com essa afirmação conseguiram uma ótima justificativa do conhecido ditado “comprar gato por lebre”

Não quero entrar em discussões mas bacalhau é um peixe sim!

Bacalhau é o nome comum de várias espécies de peixes classificadas em vários géneros, em particular no gênero Gadus, pertencente à família Gadidae,

Gadus morhua – Gadus macrocephalus – Gadus ogac – Gadus chalcogrammus

Outros peixes salgados e secos também são comercializados com o nome genérico de bacalhau como o Gadus virens ou Pollachius virens (Saithe), o Molva molva (Ling) e Brosmius brosme (Zarbo);  peixes da mesma familia – Gadidae

Historicamente, a cidade do Porto foi a primeira a receber e preparar o bacalhau que os pescadores portugueses buscavam nas águas geladas da Terra Nova, Islândia e Groenlândia. Ainda hoje o Porto é a principal cidade culinária do bacalhau.
Por tradição cultural, no Brasil o nome “Porto” passou a identificar o bacalhau de melhor qualidade. Era o bacalhau que vinha da Cidade do Porto, e era comercilizado no porto das capitais do Rio e Salvador.
Usava-se chamar “Porto” apenas o  bacalhau tipo Cod Gadus Morhua acima de 3 kg, que quando cortado apresenta grossas lascas, de bela cor e suave textura.
No entanto, exportadores e supermercados também utilizam a denominação “Porto” para o Cod Gadus Macrocephalus, o que confunde o consumidor.

Atualmente,  o “Bacalhau Porto” que identificamos no mercado brasileiro, pode ser de origem norueguesa, portuguesa, islandesa, espanhola ou francesa ( principais países exportadores). E pode ser do tipo Cod Gadus Morhua e Cod Gadus Macrocephalus, com peso superior a 3 kg.

Bolo Souza Leão

O Nordeste brasileiro é uma área rica da doçaria brasileira, principalmente dos bolos autorais, de receita especial de família. O mais famoso é Um património de Pernambuco: o  Bolo Souza Leão.

O Bolo Souza Leão entrou na história da doçaria pernambucana por intermédio de Dona Rita de Cássia Souza Leão Bezerra Cavalcanti, esposa do coronel Agostinho Bezerra da Silva Cavalcanti, proprietário do engenho São Bartolomeu, povoado de Muribeca, município de Jaboatão dos Guararapes. Alguns ingredientes do Souza Leão, originalmente europeus, foram substituídos: o trigo pela massa de mandioca e a manteiga francesa, por manteiga feita na cozinha do engenho. É considerado o mais aristocrático bolo nordestino. Inclusive, na tradição de servir o bolo, existe a obrigação de utilizar pratos de porcelana ou de cristal. Provavelmente, esta exigência deva-se a importância dos Souza Leão, que o batizaram.

Atualmente é difícil identificar a receita original supostamente idealizada por Dona Rita de Cássia.   Os descendentes da família Souza Leão são provenientes de onze engenhos de Pernambuco. Com o passar dos anos, a receita original foi sofrendo pequenas variações nos ingredientes, e cada ramificação da família afirma que sua  receita é a verdadeira. Independentemente da versão apresentada, o bolo é delicioso, cremoso, lembrando um pudim, de gosto marcante e inesquecível.

A seguir, uma das receitas do tradicional bolo Souza Leão:

Bolo Souza Leão

Ingredientes:

  • 18 gemas;
  • 700ml de leite de coco puro;
  • 1 kg de açúcar;
  • 450 g de água
  • 1 kg de massa de mandioca (puba)
  • 400g de manteiga
  • 1 colher de chá de sal

Preparo:

  • Com açúcar e a água faça uma calda em ponto de fio;
  • Junte a manteiga e o sal e deixe esfriar
  • Em um bowl coloque a massa puba e acrescente as gemas,
  • Acrescente o leite de coco
  • Misture muito bem a cada adição de um ingrediente.
  • por ultimo coloque acrescente a calda aos poucos e mexendo bem para a gema não coagular
  • Passe toda a mistura em peneira  fina 3 vezes;
  • Coloque em fôrma de pudim untada com manteiga e açúcar.
  • Leve ao fogo em banho-maria até firmar. Pode-se levar ao forno regular nos últimos 10 minutos.

No dia 22 de maio de 2008, foi sancionada pelo governador Eduardo Campos, a Lei nº 357/2007, de autoria do deputado Pedro Eurico, que deu ao bolo Souza Leão o título de Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado de Pernambuco.

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